terça-feira, 20 de novembro de 2012
Está de chuva.
Hoje o meu estado de espírito é tal e qual como o tempo... Começou ontem mas continua hoje e vamos lá ver se não se vai prolongar... Imagino a minha amiga Filipa (que gosta mais de ser Ana) a dizer "Oh Marta, não pode ser, tens de contrariar isso, pensamentos positivos e alegres!". Eu tento, mas há alturas em que a tristeza e os pensamentos negativos me perseguem tanto que me vencem pelo cansaço... Do género, se não os podes vencer, junta-te a eles... E pronto, hoje estão comigo, e na ida para casa irei fazer-lhes a vontade e por a música favorita deles, triste e melancólica, como o "Dead in the Water" da Ellie Goulding...
sábado, 3 de novembro de 2012
Outra Coisa...
Ora um grande olá para os meus caríssimos seguidores! Estão bonzinhos? Espero que sim. Hoje não vos trago uma instrospecção, não, que a minha vida não é só isso. Nem sou assim tão profunda para me dar para isso todas as vezes que escrevo. Há que diversificar as publicações! Eu até já pensei virar-me mais para a moda, que isto os blogues desse carácter é que estão a dar, e as autoras até são convidadas para eventos e tal e isso até nem era má ideia. Mas eu não domino assim tanto esse tema e ainda compro roupa no chinês, depois não era chique por na legenda "camisola do chinês das olaias" (não estou a criticar, que eu até sigo o blog "Eye Love Fashion" da querida Mafalda Antunes, eu às vezes é que tenho a mania que tenho uma veia humorística, mas não).
Passando ao que de facto interessa, o livro que estou a ler neste momento, que o meu pai carinhosamente apelida de "Missal". Estou a ler "A Queda de Gigantes" do rei dos romances históricos (dos livros que já li, atenção, e a minha cultura literária não é assim tão grande), Ken Follett. O livro "apenas" tem 917 páginas e já ando a namorar o segundo volume... Bem que podiam fazer uma promoçãozinha para eu não ter de investir tanto, mas enfim. A história do livro é sobre o pré, os antecedentes, o durante, e o pós primeira guerra mundial, focando-se em personagens e famílias de várias nacionalidade e estratos sociais, interligadas como só o Follett sabe fazer. Um conde galês, príncipes russos, o Kaiser Guilherme da Alemanha, diplomatas americanos, operários russos, diplomatas alemães, sufragistas, padres russos, "you name it". A forma como o autor "mistura" personagens fictícias com personagens reais, é simplesmente majestosa. O volume seguinte irá retratar o período da segunda guerra mundial, acompanhando estas mesmas famílias do primeiro volume, em que os seus descendentes irão assumir progressivamente o protagonismo da história. Por isso, para quem gostar de um bom romance histórico, com boas personagens e um bom enredo, aconselho vivamente este, assim como aconselho "Os Pilares da Terra" e o "Um Mundo sem Fim".
Passando ao que de facto interessa, o livro que estou a ler neste momento, que o meu pai carinhosamente apelida de "Missal". Estou a ler "A Queda de Gigantes" do rei dos romances históricos (dos livros que já li, atenção, e a minha cultura literária não é assim tão grande), Ken Follett. O livro "apenas" tem 917 páginas e já ando a namorar o segundo volume... Bem que podiam fazer uma promoçãozinha para eu não ter de investir tanto, mas enfim. A história do livro é sobre o pré, os antecedentes, o durante, e o pós primeira guerra mundial, focando-se em personagens e famílias de várias nacionalidade e estratos sociais, interligadas como só o Follett sabe fazer. Um conde galês, príncipes russos, o Kaiser Guilherme da Alemanha, diplomatas americanos, operários russos, diplomatas alemães, sufragistas, padres russos, "you name it". A forma como o autor "mistura" personagens fictícias com personagens reais, é simplesmente majestosa. O volume seguinte irá retratar o período da segunda guerra mundial, acompanhando estas mesmas famílias do primeiro volume, em que os seus descendentes irão assumir progressivamente o protagonismo da história. Por isso, para quem gostar de um bom romance histórico, com boas personagens e um bom enredo, aconselho vivamente este, assim como aconselho "Os Pilares da Terra" e o "Um Mundo sem Fim".
sábado, 27 de outubro de 2012
Raios partam os dias pequenos
Ahah, ameaça número dois, agora é que pensavam que eu já tinha abandonado isto, confessem lá!
Pronto, peço desculpa a quem se dedica a seguir o meu blog por tão pouca actividade nos últimos dias, fiz a modos que uma semana sabática da internet, por opção e por imposição também... Tenho umas quantas ideias para partilhar, desabafos e queixumes, rezem para eu melhorar de humor, lol. Mas para já não vou escrever nada de jeito porque não gosto de escrever as coisas de forma atabalhoada e sem um fio condutor...
Basicamente passei "cá" só para dizer um "oi" e para esta simples declaração:
não me importo com o frio, não me importo com a chuva... mas dias pequenos?! God damn you, dias pequenos, odeio-vos profundamente. E era só. Não se esqueçam de atrasar uma hora nos vossos relógios sim?
Pronto, peço desculpa a quem se dedica a seguir o meu blog por tão pouca actividade nos últimos dias, fiz a modos que uma semana sabática da internet, por opção e por imposição também... Tenho umas quantas ideias para partilhar, desabafos e queixumes, rezem para eu melhorar de humor, lol. Mas para já não vou escrever nada de jeito porque não gosto de escrever as coisas de forma atabalhoada e sem um fio condutor...
Basicamente passei "cá" só para dizer um "oi" e para esta simples declaração:
não me importo com o frio, não me importo com a chuva... mas dias pequenos?! God damn you, dias pequenos, odeio-vos profundamente. E era só. Não se esqueçam de atrasar uma hora nos vossos relógios sim?
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Princípios de Vida
"Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti." Provérbio popular
"Empatia: Capacidade de compreender o sentimento ou reação da outra pessoa imaginando-se nas mesmas circunstâncias. Capacidade de se identificar com outra pessoa; faculdade de compreender emocionalmente outra pessoa."
Todos nós temos os nossos princípios, "regras" e "morais" sobre os quais nos regemos nas nossas mais variadas atitudes perante os outros e perante a vida. De entre os muitos que sigo, destaco estes, pois ao longo da minha vida sempre os tentei aplicar nas minhas relações inter-pressoais. É claro que como sendo católica também tento aplicar o "Ama ao próximo como a ti mesmo." e o "Devemos sempre dar a outra face.", mas esses muito sinceramente, já são bem mais difíceis de seguir... Os dois princípios que foquei no início da publicação, na minha opinião até se complementam de certa forma, pois se me puser no lugar do outro, sei o que gostaria ou não que me fosse feito, caso estivesse no seu lugar. E devo confessar que a minha empatia às vezes consegue chegar um bocadinho ao extremo (quando era simpatizante do Sport Lisboa e Benfica, claro que gostava que este ganhasse, mas quando ganhava por muitos, ficava com pena da equipa adversária, o que não é muito normal, enfim...). E quando alguém me faz algo que eu não gostei, tento colocar-me no lugar da outra pessoa e tentar perceber se essa pessoa percebeu que fez algo que eu não gostei (confusos? também eu!). E devo confessar que às vezes chego ao ponto de pensar que se calhar, quem está errado sou eu, que se calhar exijo muito das pessoas e que a minha fasquia está demasiado elevada. Mas depois reflicto melhor e percebo que é a minha empatia que já está em excesso e me está a tentar dar a volta ao miolo, lol. Não estou a dizer que não erro e que não tenho atitudes das quais não me orgulho, sou uma comum mortal como toda a gente. Mas basicamente acho que por vezes uma parte de mim tenta perdoar e justificar certas atitudes que têm para comigo, que não têm de ser desculpadas nem compreendidas sem que antes a outra parte envolvida também perceba que fez algo que me magoou. Se me quero mostrar como sendo boazinha demais? Não, isso é mesmo para as protagonistas das novelas da TVI. Apenas gostava de ter menos vezes a sensação de "E a ruim sou eu?".
"Empatia: Capacidade de compreender o sentimento ou reação da outra pessoa imaginando-se nas mesmas circunstâncias. Capacidade de se identificar com outra pessoa; faculdade de compreender emocionalmente outra pessoa."
Todos nós temos os nossos princípios, "regras" e "morais" sobre os quais nos regemos nas nossas mais variadas atitudes perante os outros e perante a vida. De entre os muitos que sigo, destaco estes, pois ao longo da minha vida sempre os tentei aplicar nas minhas relações inter-pressoais. É claro que como sendo católica também tento aplicar o "Ama ao próximo como a ti mesmo." e o "Devemos sempre dar a outra face.", mas esses muito sinceramente, já são bem mais difíceis de seguir... Os dois princípios que foquei no início da publicação, na minha opinião até se complementam de certa forma, pois se me puser no lugar do outro, sei o que gostaria ou não que me fosse feito, caso estivesse no seu lugar. E devo confessar que a minha empatia às vezes consegue chegar um bocadinho ao extremo (quando era simpatizante do Sport Lisboa e Benfica, claro que gostava que este ganhasse, mas quando ganhava por muitos, ficava com pena da equipa adversária, o que não é muito normal, enfim...). E quando alguém me faz algo que eu não gostei, tento colocar-me no lugar da outra pessoa e tentar perceber se essa pessoa percebeu que fez algo que eu não gostei (confusos? também eu!). E devo confessar que às vezes chego ao ponto de pensar que se calhar, quem está errado sou eu, que se calhar exijo muito das pessoas e que a minha fasquia está demasiado elevada. Mas depois reflicto melhor e percebo que é a minha empatia que já está em excesso e me está a tentar dar a volta ao miolo, lol. Não estou a dizer que não erro e que não tenho atitudes das quais não me orgulho, sou uma comum mortal como toda a gente. Mas basicamente acho que por vezes uma parte de mim tenta perdoar e justificar certas atitudes que têm para comigo, que não têm de ser desculpadas nem compreendidas sem que antes a outra parte envolvida também perceba que fez algo que me magoou. Se me quero mostrar como sendo boazinha demais? Não, isso é mesmo para as protagonistas das novelas da TVI. Apenas gostava de ter menos vezes a sensação de "E a ruim sou eu?".
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Sexo, Intrigas e Lavandaria
Olá queridos leitores! Já deviam estar a pensar que eu tinha largado o blog porque nestes últimos dias não escrevi nada... Mas não, o meu fim de semana é que foi preenchido e não houve tempo para passar por cá.
Ora então, pelo título deste post acho que se deduz facilmente sobre o que irei escrever: Casa dos Segredos. Pertenço ao grupo de pessoas que acha que o programa é inútil e "estupidificante". Por outro lado, pertenço também ao grupo que vai vendo, porque às vezes ao domingo à noite não me apetece pensar muito e aquilo serve para eu ter algo para onde olhar enquanto estou a preguiçar na cama, preparando-me para adormecer. Acompanhei a primeira edição de forma relativamente atenta, ria-me com as parvidades do António, e seguia o triângulo amoroso Ana Isabel, Vítor e Hugo qualquer coisa (não percebo porque quando há nomes repetidos, os sobrenomes passam simplesmente à inicial deste com um ponto, mas enfim). A segunda edição já segui com menos atenção, mas achava graça à falta de cultura geral da Cátia (para não dizer algo pior, lol). Em relação à actual edição, devo confessar que assim que vi a gala achei "WTF, que m**** é esta?", com malta que nem sabe seguir um teleponto de forma natural, gajos que se achavam os maiores e gajas parvas e intriguistas do pior. Só fixei quem eram as gémeas, o Rui e a Alexandra, a que dava nos c***** do gajo (que quando ela entrou no confessionário com ele lá, e ele virou a cara, me pareceu a coisa mais ensaiada do mundo, mas pronto...). Resolvi logo que não iria seguir uma edição com tanta gente parva. Já me disseram que já houve sexo, que aquilo é só estratagemas parvos e falsidades, com grupinhos e picardias. Ontem lá calhou ver aquilo, achei particular piada aos pais e familiares a defender os seus rebentos, com pérolas do género "a tromba dele é o meu focinho". E também achei piada àquele que supostamente a mãe o abandonou quando ele era chavaleco... Com a querida Teresinha a esmiúçar o assunto para puxar a lágrima do público. Não sei qual é a ideia desta gente ao entrar com um segredo destes... Em que vêem os traumas de infância serem escrutinados à frente de quem quiser ver... Com uns familiares a dizerem uma coisa, e a Mãe se for preciso a dizer outra, cada um com a sua versão da história e artigos em revistas cor-de-rosa pelo meio... Mas pronto, cada um sabe de si. E só para finalizar, a Teresa Guilherme já parava com aqueles mil e um trocadilhos de seguida, é que já farta um bocadinho. Posto isto, quando num domingo à noite não me apetecer pensar muito enquanto vejo tv, em último recurso ponho no canal Panda, sempre consegue ser mais educativo...
Ora então, pelo título deste post acho que se deduz facilmente sobre o que irei escrever: Casa dos Segredos. Pertenço ao grupo de pessoas que acha que o programa é inútil e "estupidificante". Por outro lado, pertenço também ao grupo que vai vendo, porque às vezes ao domingo à noite não me apetece pensar muito e aquilo serve para eu ter algo para onde olhar enquanto estou a preguiçar na cama, preparando-me para adormecer. Acompanhei a primeira edição de forma relativamente atenta, ria-me com as parvidades do António, e seguia o triângulo amoroso Ana Isabel, Vítor e Hugo qualquer coisa (não percebo porque quando há nomes repetidos, os sobrenomes passam simplesmente à inicial deste com um ponto, mas enfim). A segunda edição já segui com menos atenção, mas achava graça à falta de cultura geral da Cátia (para não dizer algo pior, lol). Em relação à actual edição, devo confessar que assim que vi a gala achei "WTF, que m**** é esta?", com malta que nem sabe seguir um teleponto de forma natural, gajos que se achavam os maiores e gajas parvas e intriguistas do pior. Só fixei quem eram as gémeas, o Rui e a Alexandra, a que dava nos c***** do gajo (que quando ela entrou no confessionário com ele lá, e ele virou a cara, me pareceu a coisa mais ensaiada do mundo, mas pronto...). Resolvi logo que não iria seguir uma edição com tanta gente parva. Já me disseram que já houve sexo, que aquilo é só estratagemas parvos e falsidades, com grupinhos e picardias. Ontem lá calhou ver aquilo, achei particular piada aos pais e familiares a defender os seus rebentos, com pérolas do género "a tromba dele é o meu focinho". E também achei piada àquele que supostamente a mãe o abandonou quando ele era chavaleco... Com a querida Teresinha a esmiúçar o assunto para puxar a lágrima do público. Não sei qual é a ideia desta gente ao entrar com um segredo destes... Em que vêem os traumas de infância serem escrutinados à frente de quem quiser ver... Com uns familiares a dizerem uma coisa, e a Mãe se for preciso a dizer outra, cada um com a sua versão da história e artigos em revistas cor-de-rosa pelo meio... Mas pronto, cada um sabe de si. E só para finalizar, a Teresa Guilherme já parava com aqueles mil e um trocadilhos de seguida, é que já farta um bocadinho. Posto isto, quando num domingo à noite não me apetecer pensar muito enquanto vejo tv, em último recurso ponho no canal Panda, sempre consegue ser mais educativo...
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Amizade... Conceito Relativo
"Amizade (do latim amicus; amigo, que possivelmente se derivou de amore; amar, ainda que se diga também que a palavra provém do grego)
é uma relação afectiva, a princípio, sem características
romântico-sexuais, entre duas pessoas. Em sentido amplo, é um
relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição, além de lealdade ao ponto do altruísmo."
Ora bem, esta definição de amizade é a que está na wikipédia, do mais banal possível, e parece-me que até está correcta (a wikipédia pode ser o ponto de partida, mas não é o mais fiável! já assim dizia a minha professora de neurofisiologia da visão - aproveitei e fiz referência à cadeira só porque tem um nome pomposo que poderá dar a ideia de que sou inteligente e culta, o que nem tanto, lol). Mas pronto, procurai por essa internet fora e ireis encontrar outras definições, semelhantes a esta, creio eu de que.
Partindo então do título desta publicação, a amizade ser ou não relativa. Um professor do meu namorado dizia que tudo é relativo, e acho que na maior parte das coisas, até é verdade. "Então, está frio ou está calor? É relativo." e é. Por isso a amizade sim, considero-a um conceito relativo. Apesar de ser um conceito geral, todos nós interpretamos a amizade à nossa maneira. E é claro que temos amizades diferentes, de diferentes proximidades e intensidades, afinidades e por aí fora. Tenho um amigo a 300km de distância, com quem nem falo assim amiúde, mas quando estamos juntos sei que estou à vontade para falar e fazer o que quiser. Tenho uma amiga que mora perto (ok, agora foi morar para mais longe, né Fi? :p) mas que devido a horários não podemos estar muitas vezes juntas pessoalmente, mas falamos uma com a outra por internet, telemóvel... Tenho outra amiga que está a 300km e falamos por internet e telemóvel também, e custa-me horrores estarmos longe, mas vamos dando notícias uma à outra. São meros exemplos, podia continuar aqui com muitos outros. Aonde eu quero chegar é que não importa propriamente a proximidade física, mas sim a proximidade emocional, e o sabermos que aquela pessoa se preocupa connosco e que podemos contar com ela para o que for preciso. E aqui é que entra o relativo, mais concretamente. Tenho amigos com quem falo menos, ou com quem estou mais tempo sem dar notícias, mas que sei que "estão lá". Já outros, em que também estamos mais tempo sem dar notícias, eu tenho a noção de que eles se estão a borrifar para mim. Mas de repente, pumbas, lembram-se de mim e para eles é como se estivesse tudo igual... Mas não está... Como é que uma pessoa, que está "fora" da minha vida, que não sabe das minhas alegrias e problemas, pode aparecer de repente e pensar que está tudo na mesma? É isto que de facto me faz confusão. Porque eu tento "estar lá", saber se está tudo bem, tento dar e receber notícias. Mas quando só um lado é que dá, deixa de fazer sentido, porque na amizade, para mim, tem de haver reciprocidade. Por isso lá está, ou a coisa é relativa, ou há pessoas que só se lembram de outras quando lhes convém. E eu cá, apesar de acreditar mais na segunda, vou tentar dar o benefício da dúvida à primeira.
p.s.- quem ler, que me desculpe o testamento, mas era um assunto que já me inquietava à algum tempo.
Ora bem, esta definição de amizade é a que está na wikipédia, do mais banal possível, e parece-me que até está correcta (a wikipédia pode ser o ponto de partida, mas não é o mais fiável! já assim dizia a minha professora de neurofisiologia da visão - aproveitei e fiz referência à cadeira só porque tem um nome pomposo que poderá dar a ideia de que sou inteligente e culta, o que nem tanto, lol). Mas pronto, procurai por essa internet fora e ireis encontrar outras definições, semelhantes a esta, creio eu de que.
Partindo então do título desta publicação, a amizade ser ou não relativa. Um professor do meu namorado dizia que tudo é relativo, e acho que na maior parte das coisas, até é verdade. "Então, está frio ou está calor? É relativo." e é. Por isso a amizade sim, considero-a um conceito relativo. Apesar de ser um conceito geral, todos nós interpretamos a amizade à nossa maneira. E é claro que temos amizades diferentes, de diferentes proximidades e intensidades, afinidades e por aí fora. Tenho um amigo a 300km de distância, com quem nem falo assim amiúde, mas quando estamos juntos sei que estou à vontade para falar e fazer o que quiser. Tenho uma amiga que mora perto (ok, agora foi morar para mais longe, né Fi? :p) mas que devido a horários não podemos estar muitas vezes juntas pessoalmente, mas falamos uma com a outra por internet, telemóvel... Tenho outra amiga que está a 300km e falamos por internet e telemóvel também, e custa-me horrores estarmos longe, mas vamos dando notícias uma à outra. São meros exemplos, podia continuar aqui com muitos outros. Aonde eu quero chegar é que não importa propriamente a proximidade física, mas sim a proximidade emocional, e o sabermos que aquela pessoa se preocupa connosco e que podemos contar com ela para o que for preciso. E aqui é que entra o relativo, mais concretamente. Tenho amigos com quem falo menos, ou com quem estou mais tempo sem dar notícias, mas que sei que "estão lá". Já outros, em que também estamos mais tempo sem dar notícias, eu tenho a noção de que eles se estão a borrifar para mim. Mas de repente, pumbas, lembram-se de mim e para eles é como se estivesse tudo igual... Mas não está... Como é que uma pessoa, que está "fora" da minha vida, que não sabe das minhas alegrias e problemas, pode aparecer de repente e pensar que está tudo na mesma? É isto que de facto me faz confusão. Porque eu tento "estar lá", saber se está tudo bem, tento dar e receber notícias. Mas quando só um lado é que dá, deixa de fazer sentido, porque na amizade, para mim, tem de haver reciprocidade. Por isso lá está, ou a coisa é relativa, ou há pessoas que só se lembram de outras quando lhes convém. E eu cá, apesar de acreditar mais na segunda, vou tentar dar o benefício da dúvida à primeira.
p.s.- quem ler, que me desculpe o testamento, mas era um assunto que já me inquietava à algum tempo.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Abertura do Estaminé!
3245687 milésima tentativa de criar (melhor dizendo, manter) um blog. Para dizer a verdade, deve ser só a quinta ou a sexta tentativa, mas por acaso já lhes perdi a conta. O mais activo ainda foi o "space", do "msn spaces", que deixei por utilizar não porque não fosse escrevendo umas coisas, mas porque achei que estava na altura de por fim àquilo. Mas tirando o "space", é o primeiro blog que crio em que me assumo mesmo como "autora", os outros que tive eram blogues "anónimos" em que eu punha para lá uns desabafos, mas como ninguém saiba que era eu, ninguém lia e isso desanimava-me e lá ia o blog para o galheiro, lol.
Bom, tinha pensado num grandioso texto de abertura, mas agora não me está a sair nada de especial ou eloquente, lol. Mas pronto, agradeço desde já a quem possa seguir o blog, espero que desta vez eu tenha força de vontade para o manter (comentários e críticas construtivas serão bem-vindos :p). Basicamente criei o blog porque volta e meia dá-me vontade de ter um "sítio" em que possa partilhar as minhas chalaças e bitaites... Não é um blog com carácter específico, servirá apenas para eu dizer umas coisitas sobre coisitas que vou vendo, lendo, ouvindo, vivendo... Mas tal como o nome do blog indica, é mais um blog entre tantos outros, por isso também não esperem nada fora de série cá do estaminé xD
Por aqui me fico, cumprimentos da gerência :p quem comentar, seja meiguinho 'tá? xD
Bom, tinha pensado num grandioso texto de abertura, mas agora não me está a sair nada de especial ou eloquente, lol. Mas pronto, agradeço desde já a quem possa seguir o blog, espero que desta vez eu tenha força de vontade para o manter (comentários e críticas construtivas serão bem-vindos :p). Basicamente criei o blog porque volta e meia dá-me vontade de ter um "sítio" em que possa partilhar as minhas chalaças e bitaites... Não é um blog com carácter específico, servirá apenas para eu dizer umas coisitas sobre coisitas que vou vendo, lendo, ouvindo, vivendo... Mas tal como o nome do blog indica, é mais um blog entre tantos outros, por isso também não esperem nada fora de série cá do estaminé xD
Por aqui me fico, cumprimentos da gerência :p quem comentar, seja meiguinho 'tá? xD
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